Regressámos ao centro, mais propriamente à zona onde em tempo foi a estação de comboios, zona muito bem arranjada, com gosto, aproveitando o que a memória pedia ser preservado.
A intenção era procurar onde comprar um dedal para a colecção, todavia o calor que se fazia sentir rapidamente nos fez alterar o objectivo, tendo-se transformado essa procura num local fresco onde fosse possível beber uma água fresca e retemperadora.
Encontrámos a Pastelaria da Estação onde permanecemos algum tempo para recompor energias.
Em frente, no lado oposto onde em tempo existiu o terminal de mercadorias podemos apreciar uma bela composição que vista mais de perto não é mais do que uma pintura feita numa extensa parede. O que estará no outro lado? Lojas, Posto de Turismo, instalações sanitárias, ou outra coisa qualquer? Demos a volta para saber e nada mais do que as garagens dos edifícios habitacionais existentes na sua traseira. Um imaginativo aproveitamento dalgo que de inútil se tornou num ponto de interesse turístico bem como embelezamento do local. Algo simples mas que se tornou duma utilidade e graciosidade imensa.
O dedal ficou para depois.
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