Até Mértola metemos na bagagem mais um pouco daquilo que é o nosso Alentejo sendo recebidos por uma magnifica paisagem do seu castelo antes de nos embrenharmos um pouco nas suas ruas.
sexta-feira, 12 de maio de 2023
Foz de Odeleite
Animados pelo que encontrámos em Odeleite rumámos à Foz.
Encontrámos uma mão cheia de nada, ou uma tentativa falhada de fazer daquele lugar um porto de abrigo para embarcações com apoio e certamente animação em terra. O que falhou não faço ideia, mas falhou redondamente. Tudo abandonado, construções inacabadas e o pouco que há tudo à venda.
Também acontece.
Odeleite
Apesar de também ter acontecido aqui uma paragem breve, foi no entanto muito mais rica do que a anterior. Não fomos ao núcleo habitacional da freguesia, talvez pelo facto de termos ficado fascinados com o seu cartão de visita, muito bem cuidado e com muito gosto e carinho, caso assim não acontecesse o resultado final do que vimos seria completamente diferente.
Para quem tem pernas para isso oferece também vasto leque de percursos pedestres, alguns pelo que vimos bastante acessíveis.
Castro Marim
Não correspondeu ao que procurávamos pois mesmo com indicações de moradores não conseguimos encontrar a entrada para o castelo, limitámo-nos então a algumas fotos à distância e a rumar ao ponto seguinte.
Certamente terá muito mais para ver do que aquilo que vimos, a única coisa que se destacou foi um edifício não muito antigo que só deve ter funcionado no dia em que a fita foi cortada, mais um a juntar a tantas inutilidades pagas com dinheiros públicos, todavia mais uma localidade para uma próxima oportunidade.
quinta-feira, 11 de maio de 2023
EN 2 - O regresso
Terminado o nosso objectivo de completar a EN 2 resolvemos não regressar de imediato, ou melhor, resolvemos dedicar dois dias a visitar lugares antigos e também descansar um pouco, regressando pelas estradas do interior pouco comuns em deslocações de e para o Algarve.
Ficámos assim alojados no Hotel Vila Galé Tavira por duas noites. Escolhemos como restaurante sempre a mesma unidade uma vez que a primeira impressão foi muito boa, trata-se do água salgada no edifício do Mercado novo. O dia quatro começou como seria natural pelo pequeno almoço. Após o pequeno almoço usámos o tempo até ao almoço para fazer uma visita à Tia Celeste, recordando tempos passados. Após o almoço nada melhor que um passeio até à praia do Barril pelo já velho caminho que acompanha o comboio que serve quem assim o entenda. Uma visita rápida à praia de naturismo como estava prometido não dispensámos. Terminámos então o dia quatro com algumas imagens de Tavira à noite, mas que ainda valeu um gelado de copo pois o calor assim o pedia.
O dia cinco foi então o inicio do regresso a casa sendo a primeira paragem em Castro Marim, à qual se seguiu Odeleite. Mesmo que curta não podemos deixar o registo da nossa passagem por Foz de Odeleite.
A etapa seguinte levou-nos até Mértola onde almoçámos e visitámos o seu castelo. Novamente na estrada, ainda a mesma paisagem alentejana e destino Beja que não visitámos pois limitámo-nos ao seu Castelo e ao Museu Regional, Núcleo Visigótico pois o destino final desse dia não permitia mais tempo para o fazer.
A nossa viajem continuava, não podemos dizer que não passámos por lá......Cuba, a nossa. E de seguida de novo um castelo, o de Viana do Alentejo, contendo no seu interior uma exposição de alguns vitrais e outra de tributo à oliveira.
Ficámos em Évora e mais uma vez no Évora Olive Hotel. Jantámos nesse dia sopa e ensopado de borrego, terminando com um gelado de copo e finalmente já no Hotel um Gin Bulldog.
No dia seguinte, seis, após o pequeno almoço fizemos a primeira paragem em Évoramonte, demorámos menos tempo do que o local merecia, fica no ar a possibilidade de um dia aqui voltar. Estremoz e o seu castelo foi a paragem seguinte. A nossa rota levou-nos a passar por uma freguesia com um nome algo curioso. Suponho ter sido em Sousel, se a memória não me engana, que encontrámos esta ruina algo curiosa e que não investigámos o que teria sido no passado. Algo de muito curioso estaria para acontecer a seguir, ora vejam. O almoço do qual não há registos aconteceu em Alter do Chão no Restaurante Avenida, ficou-nos por 23,00 e foi composto por sopa, uma dose de pota e respectivas bebidas.
Fizemos pois 1686,1 quilómetros em seis dias terminando a nossa aventura às 18,36 horas e tendo consumido 84,61 litros de combustível.
Até à próxima. 😁